terça-feira, 28 de janeiro de 2014


Aula do dia 04 de fevereiro

Profa. Iara Maria de Almeida Souza

LATOUR, Bruno. Referência circulante: Amostragem do solo da floresta Amazônica. In: _____. A Esperança de Pandora: Ensaios sobre a realidade dos estudos científicos. Bauru: EDUSC, 2001. p. 39-96. Disponível em: http://pt.scribd.com/doc/65186997/Bruno-Latour-A-Esperanca-de-Pandora
_____. Da dificuldade de ser um ANT: interlúdio na forma de diálogo. In: _____. Reagregando o Social: uma introdução à teoria do Ator-Rede. Salvador/Bauru: Edufba/Edusc, 2012. p. 205-226. Disponível em: http://pt.scribd.com/doc/150761956/Bruno-Latour-Da-Dificuldade-de-Ser-um-ANT-Interludio-na-Forma-de-Dialogo
LATOUR, Bruno. Not the question. Anthropology Newsletter 37, nº 3, 1996. p. 1-6.



terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Aula do dia 28 de janeiro

Prof. Luiz Claudio Lourenço

Conceitos e variáveis: o que é (im)possível mensurar e como

BABBIE, E. R. Métodos de pesquisa de survey. Belo Ho­rizonte: UFMG, 1999. (Cap. 7 – Conceituação e desenho de instrumentos 179-212 pp.)

Leitura complementar

BAQUERO, M. Pesquisa quantitativa nas Ciências Sociais. Porto Alegre:Editora da UFRGS, 2009

BOUDON, R. Os Métodos em Sociologia, São Paulo: Editora Ática, 1989. 


Aula do dia 21 de janeiro

Prof. Luiz Claudio Lourenço

Adversidades na pesquisa e a exigência de suas soluções

LYRA, Diogo. . A República dos Meninos: juventude, tráfico e virtude. 01. ed. Rio De Janeiro: Mauad X, 2013. v. 01. Notas Metodológicas 39-70p

Leitura complementar

DUARTE, Rosália. Pesquisa qualitativa: reflexões sobre o trabalho de campo.Cadernos de pesquisa, v. 115, n. 1, p. 139-54, 2002. http://www.grupodec.net.br/ebooks/Pesquisa_Qualitativa_-_Reflexoes_sobre_o_Trabalho_de_Campo_1_.pdf


Aula dia 14 de janeiro

Prof. Luiz Claudio Lourenço

Grupos focais como técnica de pesquisa


WELLER, Wivian. Grupos de discussão na pesquisa com adolescentes.Educação e Pesquisa, v. 32, n. 2, p. 241-260, 2006. http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/7370/1/ARTIGO_GruposDiscussaoPesquisa.pdf

NETO, Otávio Cruz; MOREIRA, Marcelo Rasga; SUCENA, Luiz Fernando Mazzei. Grupos focais e pesquisa social qualitativa: o debate orientado como técnica de investigação. Encontro da Associação Brasileira de Estudos Populacionais, v. 13, 2002. http://empreendetche.unisc.br/portal/upload/com_arquivo/grupos_focais_e_pesquisa_social_qualitativa_o_debate_orientado_como_tecnica_de_investigacao.pdf


Leituras complementares:

BARBOUR, Rosaline. Grupos focais. Porto Alegre: Artmed, 2009.

CARLINI-COTRIM, Beatriz. Potencialidades da técnica qualitativa grupo focal em investigações sobre abuso de substâncias. Revista de Saúde Pública, v. 30, n. 3, p. 285-293, 1996. http://www.scielosp.org/pdf/rsp/v30n3/5075.pdf






Aula do dia 07 de janeiro de 2014

Prof. Luiz Claudio Lourenço

Elaborando categorias, esboçando conceitos

Na aula serão apresentados os exercícios inspirados nos preceitos da teoria fundamentada. A partir das apresentações será feito um debate sobre a prática de elaboração de categorias e do esboço de conceitos nas Ciências Sociais.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Aula do dia 10 de dezembro

A aula terá início às 14hs

Prof. Eduardo Paes-Machado

Pesquisador e pesquisado - interações possíveis 

PAES-MACHADO ; Riccio-Oliveira, M.A . O jogo de esconde-esconde: trabalho perigoso e ação social defensiva entre motoboys de Salvador. Revista Brasileira de Ciências Sociais (Impresso), v. 24, p. 91-106, 2009. http://www.scielo.br/pdf/rbcsoc/v24n70/a06v2470.pdf
Aula do dia 03 de dezembro

Prof. Luiz Claudio Lourenço

Como trabalhar com o artesanato intelectual: o caso do livro "Em nome das bases"

A aula trabalhou com o livro 'Em nome das bases' de Marcos Otávio Bezerra observando como autor construiu sua pesquisa e trabalhou suas evidências. Também foram discutidos alguns cuidados necessários para um bem sucedido trabalho de campo.

BEZERRA, Marcos Otávio. Em nome das bases. Política, favor e dependência pessoal. Rio de Janeiro: Editora Relume-Dumará, 1999.

literatura de apoio

STRØM, Kaare; MÜLLER, Wolfgang C. (Ed.). Policy, office, or votes?: how political parties in Western Europe make hard decisions. Cambridge University Press, 1999.

ARTHUR, Lupia; MCCUBBINS MATHEW, D. The Democratic Dilemma: Can Citizens Learn What They Need to Know. 1998.


DE OLIVEIRA NUNES, Edson. A gramática política do Brasil: clientelismo e insulamento burocrático. Jorge Zahar Editor Ltda, 1997.
Aula do dia 26 de novembro
Prof. Clovis Roberto Zimmermann

As tipologias e o método de pesquisa em Ciências Sociais para Max Weber

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Aula do dia 19 de novembro

Prof. Luiz Claudio Lourenço - Técnicas quantitativas e qualitativas em Ciências Sociais 

GROULX, L. H.Contribuição da pesquisa qualitativa à pesquisa social .In: Poupart, Jean et al. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos.Petrópolis, RJ: Vozes, 2008 (disponível no xerox)

MINAYO, M. C de S.; SANCHES, Odécio. Quantitativo-qualitativo: oposição ou complementaridade. Cadernos de saúde pública, v. 9, n. 3, p. 239-262, 1993. http://www.scielo.br/pdf/csp/v9n3/02.pdf

Leituras complementares


BRYMAN, Alan. Quantity and Quality in Social Research. London: Routledge, 
1995.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

aula de 05 de novembro 

– Luiz Claudio Lourenço – Teoria Fundamentada nos Dados: observando, sistematizando, compreendendo sentidos

GASQUE, K. C. G. D. Teoria fundamentada: nova perspectiva à pesquisa exploratória. In: MUELLER, Suzana Pinheiro Machado (Org.). Métodos para a pesquisa em Ciência da Informação. Brasília: Thesaurus, 2007. p. 83-118. http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/9610/3/CAPITULO_TeoriaFundamentadaNova.pdf


Leituras complementares
STRAUSS, A. L., CORBIN, J. Pesquisa qualitativa: técnicas e procedimentos para o desenvolvimento de teoria fundamentada. Artmed, 2008. (cap. 2 - Descrição, ordenamento conceitual e teorização 29-38 p.; cap. 6 – Operações Básicas 79-90 p.; cap. 16 - critérios de avaliação 251-258 p.) http://pt.scribd.com/doc/160184337/82644025-CORBIN-Juliet-STRAUSS-Anselm-Pesquisa-Qualitativa
SANTOS, L. H. P., BORTOLI S. H. C. Vivendo em constante conflito: o significado da prática docente no Ensino Médio de enfermagem. Diss. 1997. http://www.scielo.br/pdf/rlae/v8n5/12368

VERONESE, A. M.,  OLIVEIRA, D. L. L. C. “Os riscos dos acidentes de trânsito na perspectiva dos moto-boys: subsídios para a promoção da saúde”. Cad. saúde pública, 22(12) 2006 (2717-2721P.) http://www.scielo.br/pdf/csp/v22n12/20.pdf
aulas de 15 e 22 de outubro – Luiz Claudio Lourenço - o início do caminho
Apresentação: objetivos, orientação teórico-metodológica, conteúdos a serem trabalhados e cronograma de atividades.

29 de outubro –  Luiz Claudio Lourenço – O artesanato intelectual nas Ciências Sociais

MACHADO-PAIS, J. “O cotidiano e a prática artesanal da pesquisa”, Revista Brasileira de Sociologia, n. 1, vol.1, 2013 (107-128p.)

Leituras complementares
MILLS, C. W. Sobre o artesanato intelectual e outros ensaios. Zahar, 2009. (21-64p)
COHN, G. “Males privados, sociologia pública: o legado de Wright Mills” Revista Brasileira de Sociologia, n. 1, vol.1, 2013 (107-128p.) http://www.sbsociologia.com.br/revista/index.php/RBS/article/view/22/2
Leituras de referência para todo o curso:

BACHELARD, G. A formação do espírito científico. Rio de Janeiro, Contraponto, 1996.
BOURDIEU, P., CHAMBOREDON, J. C. e PASSERON, J-C.  A  Profissão  de  Sociólogo. Petrópolis- RJ, 1999.
QUIVY, R.; CAMPENHAUDT, L. V. Manual de Investigação em Ciências Sociais. Lisboa, Gradiva Publicações, 1998.
LAVILLE C, DIONNE J. A. construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre (RS): Artes Médicas; 1999.  

MILLS, C. W. Sobre o artesanato intelectual e outros ensaios. Zahar, 2009.
Dinâmica do curso e avaliação da aprendizagem:


Os conteúdos programáticos do curso serão desenvolvidos através de aulas expositivas e de debates em seminários com participação dos alunos, sob a coordenação do professor responsável pela disciplina e também de distintos docentes, seja de modo individualizado, seja em parceria entre eles. Todos os alunos debaterão os textos previamente escolhidos, e essa participação constituirá uma modalidade de avaliação. Em cada aula será apontado um dos textos sobre o qual deverá ser feito um fichamento (ou outra atividade) que será computada para média final do rendimento, juntamente com um Trabalho Final. Os demais textos indicados servirão como leitura de apoio da aula. Ao todo, o mestrando deverá entregar pelo menos 70% das atividades sobre os textos vistos em aula. Assim, a nota será composta pela participação em seminários e debates, pelas atividades feitas e entregues sobre os textos trabalhados na disciplina e por um trabalho final.
Ementa:
A disciplina busca discutir sistematicamente algumas questões epistemológicas, metodológicas e propriamente técnicas, articuladas entre si, consideradas decisivas para a realização de uma prática consistente da pesquisa científica no campo das ciências sociais e, particularmente, da sociologia em seus intercâmbios com outras ciências. 
Como a atividade de pesquisa é essencialmente prática será dada especial atenção, desde o primeiro bloco, ao modo como o pesquisador deve pensar praticamente o seu processo de trabalho, em distintas fases do desenvolvimento de um projeto, ajustando-o à modalidade e objetivos da pesquisa com as técnicas de investigação empreendidas.